Teresa Teles

Teresa Teles

A Coach Teresa Teles assumiu a missão de construir equipas motivadas e comprometidas, que por sua vez trarão à empresa maior rentabilidade, produtividade e maior envolvimento com o cliente. Como? Transformando colaboradores desmotivados e descomprometidos em líderes alinhados com a empresa. Lembre-se do que disse Henry Ford: “Juntar-se é um começo, permanecer juntos é um processo e trabalhar juntos é um sucesso”

“Quando o sol se levanta começa a correr!” – A velocidade nos negócios

Este mês algo que debatemos em sessão foi o tema velocidade nos negócios e penso que também vocês poderão achar interesse neste tema.

Shweta Jhajharia (ActionCOACH em Inglaterra) tem uma abordagem particularmente interessante no seu livro “Sparks” onde faz a comparação entre velocidade e aceleração e o seu paralelismo com o mundo dos negócios.

Tal como a Shweta refere, nós vivemos num mundo que está a mudar a um ritmo sem precedentes e a forma como reagimos a essas mudanças estabelece os resultados que obtemos. Se assim for, a aceleração passa a ser a nova moeda no meio empresarial.

Isto é extremamente interessante e pode ser amplamente debatido: se a aceleração é a variação da velocidade a cada momento com que algo acontece numa empresa, então empresas frenéticas, com elevado ritmo de trabalho serão sempre mais bem sucedidas que as empresas de ritmo pausado, certo? Falso.

Se numa empresa o ritmo de mudança for muito acelerado, mas se isto significar que por cada passo em frente damos um para trás, então o resultado, apesar de estarem todos muito ocupados, será zero. Várias empresas chegam a mim com aspirações de crescer, cheios de vontade de fazer alguma coisa, mas sem resultados, o que causa frustração e cansaço a todos os envolvidos. Pelo contrário, uma empresa que não tome nenhuma acção e onde nada acontece, o resultado mantém-se nulo.

Considerando isto, aquilo que temos de medir não é o nível de actividade a cada momento, mas também o sentido da mudança. Numa fase inicial não nos interessa saber se o ritmo é muito acelerado ou não. Interessa sim, perceber se as mudanças acontecem e se são as que nos interessam. No sentido certo. No sentido da concretização dos nossos objectivos.

Deixo-vos a analogia da Sheweta:

Todas as manhãs em África, uma gazela acorda e sabe que terá de correr mais que o leão mais rápido ou será morta.

Todas as manhãs em África, um leão acorda e sabe que terá de correr mais rápido que a gazela mais lenta ou passará fome.

Não interessa se és o leão ou a gazela. Quando o sol se levanta, começa a correr!

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